Brasília
"O que falta na competência, sobra na arrogância". Assim define o ex-governador, deputado federal Neudo Campos (PP) sobre a postura do governador Anchieta Júnior (PSDB) em relação aos problemas vividos na administração estadual, com destaque à greve dos militares.
Numa entrevista franca, Neudo fala tudo sobre como está vendo a política de hoje, e destaca os tempos em que foi governador, por dois mandatos consecutivos, onde afirma que nunca viveu greve na sua administração.
Neudo concedeu essa entrevista em seu apartamento funcional, na Asa Sul, em Brasília. Descontraído, tranqüilo, e muito sereno, o ex-governador relatou com perspicácia o que tem entendido do governo de Anchieta Júnior, afirmando que é candidato ao governo, em 2010, com ou sem aliança com o prefeito Iradilson Sampaio, do PSB, e até mesmo com a adesão ou não do líder do governo, Romero Jucá (PMDB), que hoje é o que mais tem influência dentro governo estadual.
Neudo começou a entrevista falando o que o levou à Tribuna da Câmara quando afirmou que falta competência e sensibilidade, por parte do governador Anchieta, no trato da questão dos grevistas, os militares. Segundo ele, o tom usado foi o de recomendação, já que o deputado citou que como foi governador por dois mandatos, teria a experiência para contribuir para que o governo entenda que os grevistas não podem ser tratados como adversários, "nem como inimigos. Na verdade são servidores estaduais que estão se sentindo injustiçados porque não fizeram jus a um aumento que foi concedido a outros, mas, a eles foi oferecido muito pouco".
Numa entrevista franca, Neudo fala tudo sobre como está vendo a política de hoje, e destaca os tempos em que foi governador, por dois mandatos consecutivos, onde afirma que nunca viveu greve na sua administração.
Neudo concedeu essa entrevista em seu apartamento funcional, na Asa Sul, em Brasília. Descontraído, tranqüilo, e muito sereno, o ex-governador relatou com perspicácia o que tem entendido do governo de Anchieta Júnior, afirmando que é candidato ao governo, em 2010, com ou sem aliança com o prefeito Iradilson Sampaio, do PSB, e até mesmo com a adesão ou não do líder do governo, Romero Jucá (PMDB), que hoje é o que mais tem influência dentro governo estadual.
Neudo começou a entrevista falando o que o levou à Tribuna da Câmara quando afirmou que falta competência e sensibilidade, por parte do governador Anchieta, no trato da questão dos grevistas, os militares. Segundo ele, o tom usado foi o de recomendação, já que o deputado citou que como foi governador por dois mandatos, teria a experiência para contribuir para que o governo entenda que os grevistas não podem ser tratados como adversários, "nem como inimigos. Na verdade são servidores estaduais que estão se sentindo injustiçados porque não fizeram jus a um aumento que foi concedido a outros, mas, a eles foi oferecido muito pouco".
Abaixo a entrevista.
ANN - Da Tribuna o Senhor fez um discurso ferrenho, bastante crítico ao governador Anchieta?
NEUDO - É, na verdade, eu fiz uma recomendação ao governador. Pois, compete ao governador ter o discernimento de que a hora é de conversar, de negociar para colocar fim a essa greve. Ele tem que ter essa responsabilidade, que o cargo lhe confere.
NEUDO - É, na verdade, eu fiz uma recomendação ao governador. Pois, compete ao governador ter o discernimento de que a hora é de conversar, de negociar para colocar fim a essa greve. Ele tem que ter essa responsabilidade, que o cargo lhe confere.
ANN - O Senhor colocou que educação, saúde e segurança devem ser prioritários.
NEUDO - Exatamente. Com segurança, saúde e educação não se faz política partidária, na verdade a boa política nesses três seguimentos do governo é procurar fazer, de fato, o melhor. Não usar como algo partidário para angariar votos. Se angaria votos com um belíssimo trabalho junto à educação, fazendo as escolas para ficarem com boa qualidade; a segurança com treinamento e qualificação dos policiais; e a saúde da mesma forma, treinando e qualificando os seus profissionais. Enfim, e claro, também remunerando de forma que eles se sintam satisfeitos.
NEUDO - Exatamente. Com segurança, saúde e educação não se faz política partidária, na verdade a boa política nesses três seguimentos do governo é procurar fazer, de fato, o melhor. Não usar como algo partidário para angariar votos. Se angaria votos com um belíssimo trabalho junto à educação, fazendo as escolas para ficarem com boa qualidade; a segurança com treinamento e qualificação dos policiais; e a saúde da mesma forma, treinando e qualificando os seus profissionais. Enfim, e claro, também remunerando de forma que eles se sintam satisfeitos.
ANN - O Senhor faz um comparativo, já que foi governador por dois mandatos, é isso?
NEUDO - No meu governo não houve greves. Foram dois mandatos sem greves. Então, como disse da Tribuna, aproveitando a experiência desses dois mandatos, recomendando ao governador que agora que recebeu o cargo assim, sem....sem.....Inesperadamente, é que ele converse, tenha serenidade para conversar, dialogar, para buscar o entendimento para colocar fim a uma greve, que acho que é extremamente perigosa para toda a sociedade.
NEUDO - No meu governo não houve greves. Foram dois mandatos sem greves. Então, como disse da Tribuna, aproveitando a experiência desses dois mandatos, recomendando ao governador que agora que recebeu o cargo assim, sem....sem.....Inesperadamente, é que ele converse, tenha serenidade para conversar, dialogar, para buscar o entendimento para colocar fim a uma greve, que acho que é extremamente perigosa para toda a sociedade.
ANN – O Senhor é candidato ao Governo?
NEUDO – Olha, não sou candidato a governador. Mas, serei depois do dia 30 de junho de 2010, passado pela convenção do PP, continuando a me apoiar é uma coisa que irei pleitear.
NEUDO – Olha, não sou candidato a governador. Mas, serei depois do dia 30 de junho de 2010, passado pela convenção do PP, continuando a me apoiar é uma coisa que irei pleitear.
ANN – Isso independente de qualquer apoio partidário de outros partidos como PMDB, PSB?
NEUDO – Escreva ai. Eu não vou fazer acordo com ninguém para ter um único candidato a governador. Serei candidato do Partido Progressista ao governo. Se vou ganhar ou perder, nós vamos contar os votos depois da eleição. Porque esse acordo, esse famoso acordão...E o que é esse acordão? É ter um candidato único a governador, que seria o Anchieta, eu não concordo com isso, de maneira nenhuma. Porque não vejo nesse governador a vontade de fazer o melhor por Roraima. Ele é muito diferente do Ottomar, ele apenas era o vice de Ottomar. Pois se fosse o Ottomar, ai eu estaria apoiando, como apoiei em 2006. Mas não agora, agora é diferente.
NEUDO – Escreva ai. Eu não vou fazer acordo com ninguém para ter um único candidato a governador. Serei candidato do Partido Progressista ao governo. Se vou ganhar ou perder, nós vamos contar os votos depois da eleição. Porque esse acordo, esse famoso acordão...E o que é esse acordão? É ter um candidato único a governador, que seria o Anchieta, eu não concordo com isso, de maneira nenhuma. Porque não vejo nesse governador a vontade de fazer o melhor por Roraima. Ele é muito diferente do Ottomar, ele apenas era o vice de Ottomar. Pois se fosse o Ottomar, ai eu estaria apoiando, como apoiei em 2006. Mas não agora, agora é diferente.
ANN – Qual é a leitura que o Senhor faz do governo Anchieta?
NEUDO – Olha, na verdade, o Anchieta, na minha leitura o que ele ta buscando mesmo, é que ele ta se consagrando como vice. Ele foi um bom vice do Ottomar, porque ficava lá calado, e o Ottomar nunca deu oportunidade para o vice. Então, ele ficava sentadinho lá. De repente, ele assume o governo pela morte do Ottomar. E o que ele ta fazendo, ta chamando o Romero Jucá para assumir o governo. Está repassando as secretarias importantes, de tudo que vai ter importância, ele tá repassando para o Jucá. Isso é postura de quem? Como é que um governador repassa a secretaria importante como é a de Saúde? Ou seja, o governador da saúde é o Jucá. O governador da transferência das terras é o Jucá. O governador do meio ambiente é o Jucá. Então, ele tem postura de vice, ele nasceu para ser vice.
NEUDO – Olha, na verdade, o Anchieta, na minha leitura o que ele ta buscando mesmo, é que ele ta se consagrando como vice. Ele foi um bom vice do Ottomar, porque ficava lá calado, e o Ottomar nunca deu oportunidade para o vice. Então, ele ficava sentadinho lá. De repente, ele assume o governo pela morte do Ottomar. E o que ele ta fazendo, ta chamando o Romero Jucá para assumir o governo. Está repassando as secretarias importantes, de tudo que vai ter importância, ele tá repassando para o Jucá. Isso é postura de quem? Como é que um governador repassa a secretaria importante como é a de Saúde? Ou seja, o governador da saúde é o Jucá. O governador da transferência das terras é o Jucá. O governador do meio ambiente é o Jucá. Então, ele tem postura de vice, ele nasceu para ser vice.
ANN – Pesquisas informais têm sido feitas, e mostram um número bastante expressivo da população votando em Neudo para governador. O Senhor tem conhecimento disto, tem feito pesquisa? Como o Senhor vê esse momento?
NEUDO – Não, eu não estou fazendo pesquisa. Tem chegado aos meus ouvidos, naturalmente assim como chega ao conhecimento da imprensa, de que as pesquisa são altamente favoráveis ao meu nome, e esses números são a revelação do que a gente encontra no dia a dia nas ruas de Boa Vista, e pelo Interior. Acho que são números reais, e isto só nos dá força para saber: 1)A absoluta insatisfação do jeito que está sendo conduzido o governo. 2) O povo tem saudade do tempo em que governei o estado, e as pessoas comentam muitas vezes aquela expressão – era feliz e não sabia. Se referindo a um tempo em que tinha mais emprego, que as pessoas tinham melhor poder aquisitivo, ou seja, que podiam planejar o seu futuro, que podiam contar com o governo que tava trabalhando para melhorar a vida do coletivo. Então, isso nos dá força para continuar a batalha.
NEUDO – Não, eu não estou fazendo pesquisa. Tem chegado aos meus ouvidos, naturalmente assim como chega ao conhecimento da imprensa, de que as pesquisa são altamente favoráveis ao meu nome, e esses números são a revelação do que a gente encontra no dia a dia nas ruas de Boa Vista, e pelo Interior. Acho que são números reais, e isto só nos dá força para saber: 1)A absoluta insatisfação do jeito que está sendo conduzido o governo. 2) O povo tem saudade do tempo em que governei o estado, e as pessoas comentam muitas vezes aquela expressão – era feliz e não sabia. Se referindo a um tempo em que tinha mais emprego, que as pessoas tinham melhor poder aquisitivo, ou seja, que podiam planejar o seu futuro, que podiam contar com o governo que tava trabalhando para melhorar a vida do coletivo. Então, isso nos dá força para continuar a batalha.
ANN – Do seu governo para cá, o que tanto mudou?
NEUDO – Agora, dia cinco de abril, eu completarei sete anos que estou fora do governo. E passei sete anos e três meses no governo, então, eu atribuo o seguinte: se você for pegar as estradas. O que nós fizemos? Nós asfaltamos simplesmente de Caracaraí até a divisa com o Amazonas. Nós construímos 39 pontes de concreto armado nesse trecho da BR 174 Sul. Fizemos ainda a grande ponte, do rio Branco, em Vista Alegre, em Caracaraí. Nós asfaltamos do km 40 até as margens do rio Itacutu para a Guiana, e construímos também as pontes. Construímos oito pontes da BR 174 Norte, entre Boa Vista e BV8. Nós construímos 131 escolas padrão no Estado. As melhores escolas públicas construídas no Estado. Empregamos cerca de 18 mil pessoas. Tipo assim, em cada família pelo menos uma pessoa era empregada, que dava garantia, que dava condição, que dava um suporte para ter uma vida melhor do que tem hoje. E aí, vieram esses governos (Flamarion, Ottomar e Anchieta), fizeram concurso que foi, digamos, muito cruel. Por exemplo, enfermeiros, auxiliares de enfermagem que estavam há 10 e 15 anos, e agora ficaram sem emprego. Claro que tem gente que entrou e tem qualificação, e estão de parabéns, mas uma outra boa parte não tem. Então, o concurso foi muito mal elaborado, não teve a preocupação devida. É tal coisa de que saber quem descobriu o Brasil, que é explorar a parte teórica que se perde muito, e satisfaz a burocracia, mas na prática é injusto.
NEUDO – Agora, dia cinco de abril, eu completarei sete anos que estou fora do governo. E passei sete anos e três meses no governo, então, eu atribuo o seguinte: se você for pegar as estradas. O que nós fizemos? Nós asfaltamos simplesmente de Caracaraí até a divisa com o Amazonas. Nós construímos 39 pontes de concreto armado nesse trecho da BR 174 Sul. Fizemos ainda a grande ponte, do rio Branco, em Vista Alegre, em Caracaraí. Nós asfaltamos do km 40 até as margens do rio Itacutu para a Guiana, e construímos também as pontes. Construímos oito pontes da BR 174 Norte, entre Boa Vista e BV8. Nós construímos 131 escolas padrão no Estado. As melhores escolas públicas construídas no Estado. Empregamos cerca de 18 mil pessoas. Tipo assim, em cada família pelo menos uma pessoa era empregada, que dava garantia, que dava condição, que dava um suporte para ter uma vida melhor do que tem hoje. E aí, vieram esses governos (Flamarion, Ottomar e Anchieta), fizeram concurso que foi, digamos, muito cruel. Por exemplo, enfermeiros, auxiliares de enfermagem que estavam há 10 e 15 anos, e agora ficaram sem emprego. Claro que tem gente que entrou e tem qualificação, e estão de parabéns, mas uma outra boa parte não tem. Então, o concurso foi muito mal elaborado, não teve a preocupação devida. É tal coisa de que saber quem descobriu o Brasil, que é explorar a parte teórica que se perde muito, e satisfaz a burocracia, mas na prática é injusto.
ANN – O Senhor disse que será candidato ao governo, e, sendo assim, não teme que seus adversários voltem a bater na questão do caso dos gafanhotos? Dos processos que o Senhor ainda sofre na Justiça Federal?
NEUDO – Olha, certamente isso será jogado, será explorado, não tenha dúvida. Eu não tenho a menor dúvida de que isso vai acontecer, e isso não será a primeira vez. Aconteceu em 2004, aconteceu em 2006, e não há porque não acontecer em 2010, e até em maior intensidade porque serei candidato a governador. Mas estamos preparados para isso. Minha vida foi virada de cabeça pra cima, pra baixo. E o que encontraram contra mim? Encontraram alguma obra superfaturada? Será que encontraram desvios de recursos que chegaram e não foram aplicados?Nunca encontraram isso. A acusação é que eu dei emprego, e alguém desviou lá na ponta. E o governador não pode saber de tudo. Portanto, eu tô muito bem preparado para as acusações que virão.
NEUDO – Olha, certamente isso será jogado, será explorado, não tenha dúvida. Eu não tenho a menor dúvida de que isso vai acontecer, e isso não será a primeira vez. Aconteceu em 2004, aconteceu em 2006, e não há porque não acontecer em 2010, e até em maior intensidade porque serei candidato a governador. Mas estamos preparados para isso. Minha vida foi virada de cabeça pra cima, pra baixo. E o que encontraram contra mim? Encontraram alguma obra superfaturada? Será que encontraram desvios de recursos que chegaram e não foram aplicados?Nunca encontraram isso. A acusação é que eu dei emprego, e alguém desviou lá na ponta. E o governador não pode saber de tudo. Portanto, eu tô muito bem preparado para as acusações que virão.
ANN – Como o Senhor vê o seu mandato como deputado federal? E isso refletirá positivamente, contribuirá de alguma forma para a sua candidatura a governador?
NEUDO – Veja bem. Ninguém vai votar em mim, ou pelo menos muita pouca gente, votaria em mim devido ao meu desempenho como deputado federal. Porque não serei candidato a deputado federal, e, sim, a governador. Então, as pessoas vão votar em mim pelo o que eu fiz como governador. Vão comparar o que foi feito nos meus sete anos, com o que foi feito nos sete anos que me sucederam. É por isso que vou receber a votação. Enquanto ao meu papel na Câmara, tem sido uma experiência extremamente positiva, de ser parlamentar e estar convivendo e é uma universidade política, e eu tô aprendendo muito. Agora, é preciso que a pessoa entenda que o deputado não é um executivo (Governo). Por exemplo, eu tô lutando para aprovar uma lei para reduzir a energia elétrica em 32%, mas isto é um processo lento, penoso, e é preciso muita persistência para conseguir isso. Quem diz que resolve tal coisa em uma semana, e que vai ter aprovação e tal em uma semana, não é assim que funciona.
.....................
Essa é a primeira parte da entrevista exclusiva que o deputado federal Neudo Campos concedeu ao site ANN – Agência Norte Online.
A segunda parte da conversa será postada na próxima segunda-feira, 06.
No segundo momento, o ex-governador fala de sua aliança com o prefeito de Boa Vista, o que espera dele, e como tem visto o governo de Anchieta Júnior, a posição de Romero Jucá, que já esteve com ele no mesmo palanque, entre outros pontos interessantes.
Não perca!
NEUDO – Veja bem. Ninguém vai votar em mim, ou pelo menos muita pouca gente, votaria em mim devido ao meu desempenho como deputado federal. Porque não serei candidato a deputado federal, e, sim, a governador. Então, as pessoas vão votar em mim pelo o que eu fiz como governador. Vão comparar o que foi feito nos meus sete anos, com o que foi feito nos sete anos que me sucederam. É por isso que vou receber a votação. Enquanto ao meu papel na Câmara, tem sido uma experiência extremamente positiva, de ser parlamentar e estar convivendo e é uma universidade política, e eu tô aprendendo muito. Agora, é preciso que a pessoa entenda que o deputado não é um executivo (Governo). Por exemplo, eu tô lutando para aprovar uma lei para reduzir a energia elétrica em 32%, mas isto é um processo lento, penoso, e é preciso muita persistência para conseguir isso. Quem diz que resolve tal coisa em uma semana, e que vai ter aprovação e tal em uma semana, não é assim que funciona.
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Essa é a primeira parte da entrevista exclusiva que o deputado federal Neudo Campos concedeu ao site ANN – Agência Norte Online.
A segunda parte da conversa será postada na próxima segunda-feira, 06.
No segundo momento, o ex-governador fala de sua aliança com o prefeito de Boa Vista, o que espera dele, e como tem visto o governo de Anchieta Júnior, a posição de Romero Jucá, que já esteve com ele no mesmo palanque, entre outros pontos interessantes.
Não perca!

