O relator da Comissão Especial da Crise Econômica Mundial com repercussão no Comércio, Neudo Campos, afirmou em Audiência Pública realizada dia 3 de Junho, que o crédito no Brasil ainda é um dos mais caros do mundo. Ele disse que os pequenos e médios empresários da área do comércio sofrem com o pouco acesso ao crédito, devido às altas taxas cobradas.
Uma das medidas apontadas pelo parlamentar a fim de minimizar os efeitos da crise no Comércio está na ampliação e na facilidade do acesso ao crédito para os comerciantes.
Desde a crise de 1929, a atual crise é a mais grave que o mundo já enfrentou. É uma crise que tem provocado graves problemas nos diversos setores da economia mundial. As perdas mundiais com a crise já atingem a casa dos 4,1 trilhões de dólares. O vilão foi os Estados Unidos, 2,7 trilhões de dólares, seguido pela Europa, com 1,2 trilhão e, por último, o Japão, com 0,1 trilhão de dólares. Apesar disso, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles afirma que a crise no Brasil alcançou proporções menores em relação aos demais países. Segundo ele, os principais efeitos aqui no Brasil estão nos problemas de liquidez e da restrição do crédito, enfatizou.
O deputado federal Neudo Campos disse que os leilões de swaps cambiais, a venda de dólares para o mercado à vista, os leilões de linhas para exportadores, a redução de depósitos compulsórios e a canalização da liquidez para instituições menores com aumento do limite para o fundo garantidor de crédito, foram medidas fundamentais adotadas pelo Banco Central para minimizar os efeitos desta crise no Brasil. “Os indicadores econômicos brasileiros se comportam melhor que os indicadores estrangeiros”, frisou.
O parlamentar, que está elaborando um relatório com propostas para o Comércio, e será apresentado dia 12 de junhos, se mostrou otimista ao afirmar que o país sairá da crise econômica mundial mais fortalecido. “Os próprios investidores internacionais acreditam que o Brasil sairá mais forte do que entrou”, frisou. Ele disse ainda que desde 2003, foram criados mais de 7,5 milhões de empregos formais, cerca de 30 milhões de pessoas cruzaram a linha da pobreza. “Hoje, a classe média corresponde a mais de 50% dos brasileiros e 20 milhões de brasileiros entraram na classe média”, informou.
Uma das medidas apontadas pelo parlamentar a fim de minimizar os efeitos da crise no Comércio está na ampliação e na facilidade do acesso ao crédito para os comerciantes.
Desde a crise de 1929, a atual crise é a mais grave que o mundo já enfrentou. É uma crise que tem provocado graves problemas nos diversos setores da economia mundial. As perdas mundiais com a crise já atingem a casa dos 4,1 trilhões de dólares. O vilão foi os Estados Unidos, 2,7 trilhões de dólares, seguido pela Europa, com 1,2 trilhão e, por último, o Japão, com 0,1 trilhão de dólares. Apesar disso, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles afirma que a crise no Brasil alcançou proporções menores em relação aos demais países. Segundo ele, os principais efeitos aqui no Brasil estão nos problemas de liquidez e da restrição do crédito, enfatizou.
O deputado federal Neudo Campos disse que os leilões de swaps cambiais, a venda de dólares para o mercado à vista, os leilões de linhas para exportadores, a redução de depósitos compulsórios e a canalização da liquidez para instituições menores com aumento do limite para o fundo garantidor de crédito, foram medidas fundamentais adotadas pelo Banco Central para minimizar os efeitos desta crise no Brasil. “Os indicadores econômicos brasileiros se comportam melhor que os indicadores estrangeiros”, frisou.
O parlamentar, que está elaborando um relatório com propostas para o Comércio, e será apresentado dia 12 de junhos, se mostrou otimista ao afirmar que o país sairá da crise econômica mundial mais fortalecido. “Os próprios investidores internacionais acreditam que o Brasil sairá mais forte do que entrou”, frisou. Ele disse ainda que desde 2003, foram criados mais de 7,5 milhões de empregos formais, cerca de 30 milhões de pessoas cruzaram a linha da pobreza. “Hoje, a classe média corresponde a mais de 50% dos brasileiros e 20 milhões de brasileiros entraram na classe média”, informou.

